O campeão voltou e se ficar p... é pior

Por Márcio Menezes


Acabou a espera. Domingo tem jogo do Sport.


O tigre boliviano desce a Cordilheira dos Andes pra respirar uma brisa tropical na Arena de Seu Magrão. A taça Ariano Suassuna até hoje tem um único dono e, por mais que seja um jogo preparatório, não esperamos surpresa. Com todo respeito, The Strongest.


Arnaldo Barros assumiu e escancarou a meta já conhecida de expansão das conquistas do Club para além das fronteiras do TRF5 (#descubra) e, pra isso, conta com união e diálogo. Parece que o ensaio de tentativa e erro em 2016 surtiu efeito.


Particularmente gostei do emprego da palavra ‘diálogo’, tomara que se torne prática.


A gestão encara o desafio, o comando do Club sabe que precisa de TÍTULO(S).


Além da melhoria, manutenção e crescimento do patrimônio do Club, de contemplar produtos para todas as camadas sociais da maior torcida do NO-NE-CO, de otimizar a receita (custo x benefício no futebol), preservar nossa história e fortalecer nosso futuro através do C.T. e dos esportes olímpicos, de respeitar as variadas manifestações de incentivo vindas das arquibancadas e suas formas e instrumentos (simbiose que nos trouxe até aqui), de enfrentamento ao extracampo com firmeza e competência dentro e fora dos gramados...


A satisfação do rubro-negro é vencer. SEMPRE.


É isso. Acabou-se a maresia do domingo inútil sem o FUDEROSÃO do NO-NE-CO. Nem ressaca, nem prévia carnavalesca, nem a CRISE, nem as férias... A praia domingo é em São Lourenço da Mata.


O ano prometido tem fiador e, se você é um HEREGE, fique em casa, por favor.


Uh! Papai chegô!


PS: O monstro Targino não largou a coluna, o bichinho também merece férias e #PAS.


Márcio Menezes é profissional de educação física e do futebol, fisiologista, estudante de Direito, goleiro e jogador de dominó.