Lucão, o Maestro de Itaquera (e um pouco sobre Maicon, o ‘GOD OF NADA’)

Diogo Salles
Diogo Salles



Quando cai em Itaquera
e o juizão não opera,
quem decide é Lucão,
o zagueiro rastaquera



Num dia em que até o Neílton fez gol, deu a lógica no Majestoso.


Rogério Ceni estava mesmo determinado a manter a escrita de sempre perder na Arena Odebrecht. Para garantir mais uma derrota, ele se certificou de que o ataque corintiano estaria bem municiado, escalando Douglas, o indigente, Maicon, o GOD OF NADA, e Lucão, ícone do 6 a 1 em 2015 e do 2 a 0 em 2016.


No HAT TRICK de falhas, todos deram sua valorosa contribuição. Douglas cometeu seu pênalti, Maicon fez sua mãe chorar de novo e Lucão foi SOBERANO, com um lindo corta-luz para o gol de Gabriel.


Maicon é realmente um showman. Entrevistas polêmicas, imitações de galinha, faixa de capitão, pose de xerifão, o pacote completo. Só falta jogar futebol. Nosso GOD OF NADA garante que sabe sair jogando como Don Darío Pereyra, mas da arquibancada a torcida ainda espera ver pelo menos um projeto de “zagueiro-zagueiro” [© Pofexô Luxemburgo]. Do banco de reservas, não foi difícil para Lugano concluir que ele ganha é pouco para estar nesse time.


Já Lucão, apesar de oficialmente receber seu salário do São Paulo, tem sido um dos mais destacados jogadores do Corinthians. Quando vê a camisa alvinegra, ele sente a bênção de São Jorge e desanda a dar assistências e criar opções de ataque aos corintianos. A esta altura a diretoria do rival já discute se vale mesmo a pena todo o investimento feito em Jadson.


Com o resultado deste domingo, Lucão se consolida como grande ídolo da fiel corintiana, desbancando até mesmo o sempre eficiente trio de arbitragem, que ontem teve atuação apagada e perdeu a liderança na venda de camisas, apesar das ousadas ações de marketing do clube, como essa abaixo.





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