Santos: DNA ofensivo foi trocado pelo DNA do fracasso

Quando o Santos bateu o Atlético-MG, meus companheiros de ESPN FC fizeram textos positivos, falando em mudanças bem feitas, acertos de Elano e mais. Respeito ambos, mas eu me segurei, pois sabia que a chance de ser algo efêmero era gigantesca.


Santos 1 x 2 Vasco: era passageiro mesmo. O DNA ofensivo que o Santos tanto tenta pregar, com essa geração, a qual eu imploro que se despeça do clube ao final do ano, como fez Levir Culpi, virou DNA do fracasso.


Essa geração é fracassada e, ao mesmo tempo, arrogante. Combinação que só pode dar em desastre, como vemos rodada após rodada.


Ivan Storti/Santos FC
Ivan Storti/Santos FC

Muita reza, pouca bola. E futebol se ganha com bola, não com oração


É um time que não joga para a frente, como manda a tradição santista, como quer ver o torcedor - claro, há ocasiões que jogar mais recuado é necessário. O problema aqui é que esse time não ataca, não chuta, não varia, não tenta, não se esforça.


O Santos tem 37 gols em 33 jogos no Brasileiro. Uma marca pífia, só melhor que a do Vasco no top-10 da tabela e, no restante, só melhor que a dos três últimos colocados (Ponte, Avaí e Atlético-GO).


O Santos só finaliza mais que o Avaí no campeonato, com média de 11 chutes por jogo. Sim, outros DEZOITO times chutam ao gol mais que o Santos.


DNA ofensivo? Ele está morto.


Vivo? Apenas o DNA do fracasso.


O Santos não perdia para o São Paulo na Vila Belmiro desde 2009. Perdeu neste ano. Nunca na história havia perdido para o Sport em casa: perdeu neste Brasileiro. Tabu contra o Palmeiras na Vila? Caiu. Contra o Vasco? Também.


Na Libertadores, o Santos não havia perdido em casa para estrangeiros desde que voltou a jogar o torneio constantemente, em 2003. Perdeu esse ano em jogo de eliminação.


Ganhou dois Paulistas, que nada valem. E nada além disso: vice na Copa do Brasil, vice Brasileiro, quedas ridículas em Copas do Brasil (Inter-2016) e na Libertadores.


Essa geração não ataca, defende mal, depende do goleiro, é escalada pelo nome (mesmo sem ter nome). Precisa acabar. Urgentemente. DNA do fracasso é demais para se aguentar por tanto tempo.


VILA BELMIRO: 100 ANOS, 100 JOGOS


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Divulgação
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Relembrando o DNA ofensivo