Covardia do PSG ainda é inexplicável

Divulgação/PSG
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Verratti se escondeu e fez falta em Ter Stegen no sexto gol deles


Já se passou uma semana desde o que aconteceu na Catalunha. E nada parece ter mudado. Já são sete dias em que milhões de torcedores parisienses ainda têm dificuldade de dormir tentando assimilar o ocorrido. O pior de tudo é que, no Parc, não se vê muitos sinais de mudança.


O Paris Saint-Germain passou pela maior vergonha de sua história. De longe. E o que os jogadores, comissão e diretoria falam? Que isso serve como experiência para o futuro, que assim é o futebol e a torcida precisa apoiar o time neste momento difícil. São mais e mais amostras do quão COVARDES são estes homens que estão no clube. Precisava passar por esta lástima? Havia uma lição de que não se deve ser frouxo em uma partida de futebol? Não, isso não foi mais um “capricho do futebol”. Perder seria, mas da forma que foi, é algo a mais. E a torcida é a última a fazer parte disso. Não tem a obrigação de passar a mão na cabeça ou carregar marmanjo COVARDE, que ganha milhões e nos faz passar por esta vergonha imensurável.


Para variar, no último domingo, nosso glorioso lateral Serge Aurier demorou nada menos do que OITO minutos para se aprontar e substituir o lesionado Thomas Meunier, no jogo contra o Lorient (que foi horrível, como de costume). Não é a primeira, nem a segunda vez que este suposto atleta tem uma atitude aintiprofissional no clube. Mas lá está ele sempre, com todo mundo passando a mão em sua cabeça.


Unai não tem mais moral. Faz uma temporada muito abaixo do esperado, e mesmo a melhora que a equipe vem apresentando em 2017 acaba sendo obliterada após nosso maior comandante condizer com o que a equipe fez na Catalunha. Em momento algum ele pareceu disposto a tirar o time da covardia.


Divulgação/PSG
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Não dá para Thiago Silva continuar como capitão


O mesmo vale para Thiago Silva. Sou fã dele, acho uma pessoa fantástica e, tecnicamente, um Monstro. Já está na galeria dos maiores atletas da história do PSG. Mas, como capitão, se mostrou diante do Barcelona no mínimo fraco. Esqueça a história do choro na Copa, ou os 7 a 1 (o qual ele não esteve em campo, como muitos não se lembram), isso já foi um assunto que debati bastante aqui. O que quero falar é do fato dele não dar uma bronca homérica sequer no time em Barcelona. De não ter enquadrado o juiz que claramente nos roubou (quanto mais vejo os pênaltis dados para eles, mais fica claro o assalto, contando ainda que Mascherano confessou ter feito pênalti em Di María no segundo tempo). O torcedor do Barcelona pode reclamar, mas é nítido que o time deles foi claramente ajudado e que a classificação épica não teria acontecido sem isso. O que, reitero aqui, não pode de forma alguma tirar a responsabilidade das costas do PSG, que fez por merecer este vexame pela pipocada monstra demonstrada desde o segundo inicial.


Quando um time vai mal, é normal que seus comandantes sejam os mais cobrados. Assim como acontece quando as coisas vão bem. Então, Thiago Silva, assuma a sua responsabilidade como capitão. Você, nem ninguém, é o maior culpado deste desastre, tudo tem que ser dividido. Mas, na condição de capitão e líder maior dos atletas em campo, era sua obrigação ter feito este bando de pipoqueiros ao menos tentarem honrar a camisa.


O que aconteceu na quarta passada não faz parte do futebol, nem ao menos deve servir como experiência. Medo, covardia, apatia e erros grosseiros de um árbitro com média de 0,21 pênalti por jogo, mas que marcou dois inexistentes neste dia, não são normais. Mas, em Paris, aparentemente faz tudo parte da vida. Se perder de 10 amanhã, tanto faz, por que o que há para ser feito? Vai ser mais um “aprendizado”.


E ainda querem que a torcida reerga a equipe. Seria louvável, se não tivessemos um bando de COVARDES no clube. O que eles fizeram foi imperdoável e nós temos toda a razão do mundo de criticá-los e perder qualquer traço de confiança. A torcida estará sempre lá pelo Paris, mas não por estes indivíduos depois do ocorrido. Esta mancha não se cicatrizará jamais em nossa história, e a culpa é deles, mais acostumados a serem afagados na dificuldade do que terem postura de homens, como vimos no Camp Nou.