De novo o Barça: se não melhorar, PSG vai passar vexame

Divulgação/PSG
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Sorteio da Champions foi igual nossa fase de grupos: lamentável


Não tem jeito. Sorteio de Liga dos Campeões é sempre um sofrimento, ainda mais quando temos a bolinha do Barcelona do outro lado. Porque quase sempre o destino nos coloca frente a frente. E em 2017, pela quarta vez em quatro anos, a história se repetirá. E pelo jeito que andamos jogando, o resultado também será o mesmo.


O Paris não está jogando nada este ano. O time não engrena, Unai insiste em decisões equivocadas, e as individualidades estão cada vez mais fragilizadas. Até jogadores que não vinham mal, agora perderam a confiança e passaram a cometer erros infantis. Não há como negar que a situação anda feia e que, se continuarmos nesta toada, chegaremos para enfrentar o Barça na pior situação em relação aos confrontos dos últimos anos.


É verdade que o Barcelona também não vem em seus melhores dias ultimamente. Mas, mesmo assim, é muito favorito contra a gente. Com sua camisa, suas individualidades e seu peso em campo.


Mas existe um possível lado bom deste sorteio. A esperança é que o peso de encarar o Barça faça as coisas mudarem até fevereiro no Parc. Que a diretoria possa trazer alguém de peso, que os jogadores possam se unir mais, que Unai possa acordar. Até lá, muita coisa pode mudar, e terá que ser assim se não quisermos passar vergonha até maior da que foi feita em 2015.


Após quatro anos caindo nas quartas de final, a expectativa era de superar esta barreira em 2017. Ou no mínimo mantê-la. Ficar nas oitavas seria um retrocesso, mas um que espelharia o nível de futebol desenvolvido dentro de campo este ano.


Eu acredito no Paris sempre, seja isso algo racional ou não. Mas hoje, nossa melhor opção me parece ser que rezemos para que Saint-Édith Piaf nos proteja. Porque se não conseguimos bater o Ludogorets em casa, ou fazer frente a equipes medianas da Ligue 1, só ela mesmo para fazer o milagre de superarmos um carrasco de primeira linha.