Diante do Braga, Porto tem o maior desafio da reta final do Português

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Óliver Torres será um dos responsáveis por armar o jogo azul e branco


Uma visita à Braga pode ser aprazível. Conhecer o Jardim de Santa Bárbara, passear pela Praça da República ou almoçar no Arco da Ponte são boas opções em uma cidade que costuma acolher bem seus visitantes. Quer dizer, desde que você não tenha o Estádio Municipal como destino.


Jogando em casa, o time do Minho não costuma ser um bom anfitrião. Quarto colocado da Liga Portuguesa, soma nove vitórias, três empates e duas derrotas atuando em seus domínios. Faltando seis rodadas para o término do campeonato, promete ser o adversário mais indigesto que o Porto terá pela frente.


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Um duelo que parece ser mais complicado, inclusive, do que a tabela do Benfica, mesmo com o derby diante do Sporting pela frente. Isso porque os bracarenses são franco-atiradores. Por mais que exista uma rivalidade por ambos serem do Norte e o Braga fará de tudo para atrapalhar os planos azuis e brancos, os mandantes não terão pressão alguma no sábado. A obrigação da vitória é exclusiva dos Dragões.


O mesmo não se aplica ao confronto lisboeta, marcado para a rodada seguinte. Os sportinguistas, além da rivalidade, não querem de forma alguma o título encarnado. O clube de Alvalade soma em sua história uma tetracampeonato, marca que poderá ser igualada pelo Benfica nesta temporada. Vale lembrar que o Porto é o único pentacampeão em Portugal. Além disso, há todo um clima bélico entre os dois clubes. Mesmo sem disputar o título, os Leões estão envolvidos na briga. E isso, claramente, bota os comandados de Jorge Jesus sob pressão.


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No 1º turno, o gol de Rui Pedro nos acréscimos garantiu a vitória do Porto por 1 a 0


Voltando ao Braga, trata-se de um desafio que exigirá uma atuação digna de campeão ao clube da Invicta. Um teste de fogo para quem realmente quer levantar a taça no final da temporada. 


Com todo o elenco à disposição, a tendência é o técnico Nuno Espírito Santo optar pelo 4-1-4-1, com Corona ganhando o lugar de André Silva. A ideia é o mexicano e Brahimi darem amplitude ao ataque, além de reforçar o meio campo com a centralização de André André.


A batalha pelo meio campo deverá definir o jogo. Óliver Torres e André terão fundamental importância na construção do jogo, da mesma maneira que os pontas serão cruciais para furar a defesa adversária.