Palmeiras estreia em ritmo de festa para mães e crianças

Cesar Greco/Ag Palmeiras/Reprodução
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Borja espantou a zica com dois gols: já é o nosso artilheiro no campeonato


A estreia do Palmeiras no Brasileirão 2017 foi uma festa que nem a mais otimista nonna esperaria. Embalado pela volta de Cuca e com os nomes das mammas às costas, os jogadores começaram a partida à toda, mostraram a conhecida (e saudosa) volúpia de 2016 para abrir o placar logo no começo e, depois de suportar uma pressão razoável no primeiro tempo, aplicaram uma sonora goleada de 4 a 0 no fraco time do Vasco. Cabia mais, mas ficou de bom tamanho para um Dia das Mães e uma primeira rodada.


Parecia 2016, especialmente o primeiro turno: logo após o apito inicial, o time se lançou todo ao ataque e já arrumou um escanteio. O lance não foi aproveitado, mas o gol sairia cedo, fruto de um pênalti bobo de Jomar em Dudu, em outra jogada iniciada após pressão.


Em desvantagem, o Vasco passou a tomar a iniciativa do jogo, e então a lembrança foi a do segundo turno de 2016: o time seguro na defesa que, mesmo tomando pressão, dificilmente sofre gols. Prass defendeu pelo menos três bolas difíceis, Mina e Edu Dracena fizeram cortes cirúrgicos e contamos também com a falta de pontaria de Nenê e Douglas, que acertou o travessão na melhor chance carioca – uma roubada de bola já depois do segundo gol, marcado quando o Palmeiras conseguiu acertar a troca de passes no ataque e emendar uma sequência de chances.



No segundo tempo, a competitividade do jogo foi para o espaço antes do primeiro minuto, com Borja espantando a zica em um belo peixinho após cruzamento de Tchê Tchê. O colombiano selou a goleada em outro pênalti, de novo de Jomar em Dudu. O Vasco praticamente mal ameaçou, ainda mais depois que Luis Fabiano deu lugar ao Kelvin que a gente conhece e de quem não sente nenhuma saudade. Cabia mais, mas acabou ficando de bom tamanho para evitar o excesso daquela palavrinha proibida que começa com EMPOL e termina com GAÇÃO.


A mão de Cuca já se fez presente, pois foi visível a diferença na atuação mesmo com praticamente a mesma escalação dos jogos finais com Eduardo Baptista: marcação sob pressão, jogadas ensaiadas até no chutão de Prass, entre outras coisas que vocês podem comentar aí embaixo. Mas, claro, ainda tem muita coisa a aperfeiçoar e eu ainda quero ver outros jogadores participando mais – especialmente Raphael Veiga e Vitinho, que poderiam ter entrado em vez de Keno e Roger Guedes, de quem a gente já sabe o que esperar.


O que importa, contudo, é que o Palmeiras começou o Brasileirão com o pé direito. Ainda faltam 37 rodadas, mas podemos dizer com tranquilidade: somos favoritos, sim, e vamos brigar por essa taça, sem nenhuma dúvida. Avanti!


Cesar Greco/Ag Palmeiras/Reprodução
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Os mascotes foram lá brincar com nossos futuros torcedores: iniciativa excelente da diretoria


Vale registrar aqui a bacana iniciativa da diretoria de levar estudantes de escolas públicas ao jogo, de graça, por meio do projeto Torcedor do Futuro. É assim que se ganha novos apaixonados. Bem-vindos, garotos, e voltem sempre! 


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