Agora vai? A venda do Milan em três atos - Parte II

Retomando o assunto mais badalado dos últimos 3 anos em Milão, vamos continuar com a parte 2 de nosso especial sobre a venda do Milan para os chineses, que, atualmente, não são TÃÃÃÃÃÃO chineses assim. Antes de mais nada, a trilha sonora para a estrada até agora:



E o link esperto para que você não fique sem ler a parte 1 dessa p*rra e acabe se perdendo mais do que catioro que caiu do caminhão de mudança.



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Depois que nosso herói Yonghong Li se viu praticamente sozinho na negociação com a Finivest pelo controle acionário do Milan, contando apenas com o representante da Haixia Capital Management Co. Ltd. ao seu lado, o chinês resolveu pagar outra penalização de 50 milhões de Euros do próprio bolso para não interromper a negociação e procurar uma solução definitiva, já que o Governo Chinês novamente estava tomando medidas que dificultavam demais a saída de capital do país. Nessa hora a estratégia "Pica-Pau" foi adotada:



Yonghong Li e David Han Li, intermediados pelo salvador da pátria Marco Fassone, recorreram ao Elliott Management, fundo americano que emprestará à Rossoneri Sport Investment Lux, empresa criada para ser a nova holding das ações do Diavolo com sede em Luxemburgo, a irrisória quantia de 190 milhões de Euros. Tudo isso para que o negócio seja finalmente encerrado nesse dia 13 de abril, de acordo com comunicados tanto da Fininvest quanto da própria Rossoneri Sport.


Getty Images
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- Vem, dinheiro, vem!


Nos últimos dias a imprensa italiana tem divulgado diversas fotos de Han Li, Marco Fassone e Massimiliano Mirabelli se reunindo com advogados em Milão para supostamente tratar dos últimos detalhes legais da venda. Ainda: a chegada de Yonghong Li a Milão ontem recebeu também uma atenção enorme e, ao que tudo indica, a situação finalmente será resolvida de vez.


A última parte dessa série vai ao ar amanhã, e esperamos todos que boas notícias cheguem logo aos doloridos e combalidos ouvidos milanistas, tão cansados de promessas falsas.