Tropeço coloca em xeque o futuro da Inter

Reprodução/Internazionale
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O que acontece, mister?


Não sei o que estou fazendo aqui. De verdade, não tenho palavras para descrever o que aconteceu no Ezio Scida nessa manhã. Depois do início de temporada desastroso, pensei que tudo fosse possível. Saiu De Boer, chegou Pioli. Então, do nada, três meses mágicos, com desempenho equivalente ao trio acima, voltando a sonhar alto, apesar dos tropeços contra os mais fortes. E agora a desilusão voltou. Mais forte do que nunca.


Se o empate contra o Torino foi um balde de água fria, a derrota em San Siro para a Sampdoria levantou certas dúvidas. Porém, a derrota para o Crotone é sem precedentes. É impossível mensurar o quão prejudicial foi essa queda na Calábria. Mesmo porque, faltando sete rodadas para o final do campeonato, a Inter terá em sequência simplesmente Milan, Fiorentina e Napoli até o final deste mês, e novamente está fora da zona europeia.


O que mais preocupou nas últimas partidas foi a indiferença dos jogadores, como nos primeiros meses da temporada, além da péssima tomada de decisão de Pioli, que ainda não tínhamos conhecido, sendo o treinador um dos motivos para a ascensão da equipe, com boas escolhas e ótima administração do grupo. O que motivou tudo isso é um mistério. Não tive estômago para ler as palavras dele e de Ausilio (fiquem à vontade), mas não dá para viver assim.