Wendel e a invenção de um novo esporte: acabou a maldição de Quito!

Lucas Merçon / Fluminense FC
Lucas Merçon / Fluminense FC

Eu vejo a Santa Ceia nesta imagem: ao centro, o Menino Deus


Felizes os privilegiados que viram o Fluminense atropelar o Universidad do Equador. O esporte que praticamos na noite de hoje ainda não tem nome.


Carrossel, Futebol-Arte, Tiki-Taka. Tudo isso é coisa do passado. O jogo que o Fluminense inventou é coisa de maluco, de Hollywood, que deveria ser tombado como Patrimônio Cultural da Humanidade.


É isso: chamem a Unesco! A Fifa ficou pequena para Ceifador, Calazans, Scarpa, Wendel...


Wendel...


De novo: Deus, o que é Wendel, senão o Messias?


Avisem as autoridades! Liguem para o Vaticano! Acordem o Papa Francisco!


O Salvador voltou à Terra no corpo de um menino da Baixada Fluminense, que nas Laranjeiras, transforma time que era uma água em vinho.


Wendel indica O CAMINHO. Wendel é cultuado. Wendel vale muito mais que 30 moedas de prata.


Com o Profeta Wendel, está enterrado o feitiço! Azar?


E se um desavisado pergunta: e Quito na volta? Vos digo: não há o que temer!


O Tricolor, com Wendel e seus discípulos, será mais forte que qualquer maldição: o berço de Sornoza não é mais a nossa Macondo, nem o Fluminense terá novamente o azar dos Buendía.


Acabou. A vaga será nossa!


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@TorresFagner