Galo 1x2 Fluminense: contra um ídolo, um Exército

Nelson Perez / Fluminense FC
Nelson Perez / Fluminense FC

Um dos soldados de Abel, Wendel é um monstro!


Estamos apenas na segunda rodada, porém, a vitória heroica deste domingo foi um belo indicativo do que podemos ter neste campeonato, desde que sigamos com este mesmo grupo, com a mesma fé, com a mesma união e a presença de alguma sorte.


O adversário defendia uma invencibilidade de 11 partidas no Horto. Tem, indiscutivelmente, um dos melhores elencos do Brasil, são apontados como favoritos a ganhar o que disputam no ano, além de abrigarem um ídolo nosso.


Mas que partida fez o Fluminense!


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Novamente, jogou com a alma indomável do clube que nós conhecemos e nos acostumamos a seguir. Nossos moleques atuaram de maneira comovente, correndo uns pelos outros, todos por nós.


Um time com alma, raça e superação. Que jogou de forma que nem a alta qualidade adversária aliada a parcialidade nas decisões do árbitro ao longo de dois tempos foram suficientes para nos tirar mais uma Santa Vitória.


O Flu foi um Exército. Teve estratégia, coragem e orgulho. Do outro lado, Fred simplesmente sumiu em campo. Não sei se paralisado por um amor sufocado ou pela atuação do jovem Nogueira, que de para-quedas entrou para dominá-lo.


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Está escrito há sabe-se lá quantos anos: Frederico nunca terá o gosto de comemorar contra nós! Contra o Fluminense, o coração desalinha e o faro de gol que o artilheiro tem contra qualquer outro, diante de nós, vale menos que um Henrique Dourado.


Thomás Santos / Agif / Gazeta Press
Thomás Santos / Agif / Gazeta Press

O garoto Nogueira, escalado de última hora, foi soberano no duelo contra Fred


Uma vitória daquelas onde seria até injusto apontar feitos individuais. Quando Sornoza saiu contundido e a aritmética apontava o Fluminense com dez, não houve um tricolor que olhasse o campo e não visse 20, 30 caras de branco defendendo o resultado como se fosse o último. A meta como a própria Bastilha.


Fluminense em estado bruto: cardíaco, inesperado, coletivo. Grande demais para ser reconhecido por um único nome.


@TorresFagner