botinha 2x3 Fluminense: normal, né?

Os jogos contra o exótico e saudoso botinha são sempre complicados. Típicas partidas oito ou oitenta: se perdemos, é crise; se ganhamos, é obrigação. 


Por isso, hoje eu não vou comemorar. Na verdade, os garotos do Abelão merecem um puxão de orelhas.


Não é todo dia que enfrentaremos um freguês tão fiel. Não podemos entrar com a soberba que entramos no primeiro tempo. Por muito pouco, quase colocamos três pontos certos a perder. 


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Não é porque o adversário tem CPF na nota que o Fluminense precisa jogar de sacanagem!


A sorte é que o segundo tempo teve a cara daquilo que historicamente são nossos confrontos contra o time precursor do 7 a 1 no Brasil. A etapa final foi um passeio, uma surra!


Nelson Perez / Fluminense FC
Nelson Perez / Fluminense FC

Os zagueiros do botinha estão procurando o menino até agora...


Bastou uma pequena correção no intervalo para que tudo voltasse ao normal. Pedro entrou chamando a bola de menina. Richarlison, tão mal no começo, acabou por deixar os zagueiros do Campo-Grande-Da-Zona-Sul insones. Espero que a diretoria do Monotítulo seja digna e ofereça Auxílio-Psicologia aos seus pobres defensores. O nosso camisa 70 levou os coitados à loucura.


Renato Chaves, pasmem os senhores, marcando gol...


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No fim, até o técnico adversário, sempre dançarino, errou o passo e perdeu as estribeiras. Pudera. Imagina comandar um time cujos jogos se parecem com as corridas do Rubinho Barrichello: hoje não, hoje não... Hoje sim, hoje sim?


É botinha, hoje e sempre. O seu lado é o do derrotado!


@TorresFagner