Figueirense joga futebol de Série A, mas acumula resultados de Série C

Novamente o Figueirense perdeu, mas, diferente do ocorrido na terça-feira passada, o torcedor saiu confiante do Scarpelli. Diante do Internacional, o alvinegro ainda encontrou o gramado cheio de água, mas com menos poças, e o time conseguiu jogar e merecia, no mínimo, um empate.


Toque de bola, jogadas individuais e chances desperdiçadas. O roteiro do jogo foi basicamente esse, mas preciso incluir falhas da defesa nos dois gols e na expulsão infantil de Leandro Almeida já no apagar das luzes.


É certo que o Figueirense acumula três derrotas seguidas, duas em casa, mas o futebol apresentado dá expectativa de recuperação e acesso. O mérito também é do treinador Márcio Goiano, apesar de muitos pedirem sua saída, além do superintendente Carlito Arini, responsável por trazer 15 atletas e remontar na marra o elenco.


Se na bola, o alvinegro deixa o torcedor satisfeito, nos resultados o sentimento é oposto. E quem vive o esporte no Brasil sabe que novos tropeços custarão a cabeça do comandante e a confiança de jogadores. Além disso, os destaques da equipe começam a chamar a atenção, tanto que dirigentes da Atalanta estiveram no Scarpelli para observar o atacante Robinho.


No sábado, o Figueirense enfrenta o ABC, em Natal. Precisa voltar a vencer para retomar a tranquilidade e o projeto de subir jogando bola, embora alguns prefiram chutão, pegada, ou a famosa "raça".


Ainda sobre o jogo de ontem, faço menção aos comentários do meu amigo Ian Pacheco no Twitter.


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