Figueirense e futebol finalmente fazem as pazes

No sábado, eu e outros 3.700 torcedores estivemos no Scarpelli curiosos sobre o novo time do Figueirense. Depois da vitória contra o Goiás, na semana passada, pairava a dúvida de qual cara teria o elenco formado às pressas para a Série B.


Saímos do estádio extremamente felizes com o resultado (3 a 0 sobre o Náutico), mas principalmente pelo retorno do futebol.


Desde 2014 ou 2015, o Figueirense estava acostumado a dar chutões, se defender e buscar o contra-golpe. Houve momentos de inspiração quando Marco Antônio e Giovani Augusto compuseram o meio-campo na Série A de 2014. Após isso, não me recordo.


Qualidade, viradas de jogo no pé (Zé Antônio lembro Maicon de 2010 e 2011), controle de todas as ações e domínio absoluto de campo acho que desde 2011 não via, talvez 2010.


Coincidentemente, o último time que encantou era comandado por Márcio Goiano, o mesmo de agora. Os conceitos seguem inalterados e o prazer de ver o bom futebol, também. 


Obviamente que o Figueirense está jogando a segunda divisão e o nível é bem inferior. Outro detalhe é que estamos apena com dois jogos e muita coisa está por vir.


No entanto, quem acompanhou a partida de sábado saiu com a sensação da que o acesso é questão de tempo. Deu gosto de voltar ao Scarpelli.


Obrigado!