Figueirense promove vestibular e poucos passam à Série B

No sábado, o Figueirense consolidou a permanência na primeira divisão do Campeonato Catarinense e começou os testes para saber quem fica e quem sai para a Série B do Brasileirão. Dos 12 jogadores que atuaram diante do Tubarão, somente 4 não eram formados nas categorias de base.


Além das figuras habituais em 2017, apareceram caras novas como o volante/zagueiro Pereira e o zagueiro Henrique Trevisan em sua real função (antes era improvisado na lateral-esquerda por Marquinhos Santos).


Com essas peças e as chegadas de contratações, o técnico Márcio Goiano começa a definir quem estará consigo na competição maior deste ano. Alguns medalhões foram embora (Bill, Anderson Aquino, Dirceu e Elias) e outros jovens serão emprestados. Na minha opinião, acerta o Figueirense se liberar para rodarem Ermel, Matheusinho, Morassi, Junior Oliveira e cia.


Cabe a aposta em Dudu, João Pedro, Patrick, Índio, Henrique Trevisan e talvez um ou outro oriundo da base. O momento é de consolidar o time, pois a Série B será difícil. Quem a acompanhou à distância, no entanto, sabe que basta encaixar que o acesso vem.


Yago, Ferrugem, Josa, Marlon e Weldinho precisam provar que merecem permanecer. Nenhum mostrou futebol para isso em 2017. Talvez tenham êxito num time acertado, mas primeiro o treinador Márcio Goiano terá que mostrar competência e trabalho. Até agora viveu do passado e de momentos isolados como nos dois Clássicos.


Reforços não empolgam


Os confirmados Ferreira (zagueiro), Renan Mota (meia) e Henan (atacante) não empolgam. Os futuros reforços Iago (lateral-esquerdo), Clebson (meia), Mazinho (meia) e quem sabe os atacantes Jorge Henrique e Jonatas Beluso também não.


Enfim, para ajudá-los, o vestibular de Goiano precisará ser bem criterioso, caso contrário o negócio ficará ainda mais feio pelos lados do Scarpelli.