Contra o Corinthians em 2017, é melhor o rival nem entrar em campo

É completamente impressionante: talvez essa seja a maior boa fase do Corinthians em clássicos que eu possa me lembrar. No próximo encontro com o professor Celso Unzelte, irei questioná-lo se o excelentíssimo corintiano se lembra de alguma outra equipe do Timão que fosse tão fatal, decisiva e implacável contra os grandes rivais de São Paulo. São sonoros oito confrontos contra São Paulo, Palmeiras e Santos e, pasmem, rivais corneteiros: permanecemos invictos, com o impressionante aproveitamento de cinco vitórias e três empates.


Gazeta Press
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E quando a fase é boa, meu caro, até Marquinhos Gabriel arranca elogios unânimes da Fiel Torcida. E o que dizer de Romero? O melhor jogador em campo no Majestoso desse domingo? O paraguaio deixou sua marca, desarmou e caçoou de quem ironizou sua qualidade após uma matéria que zornava de seu domínio ao matar uma bola no peito. Romero parece não se cansar de calar a boca dos críticos.


E se Jô, o famoso God of Clássicos, não deixou o dele, fez questão se sofrer a penalidade e deixar o presente para Jadson sacramentar a vitória corintiana. Dali pra frente foi só administrar mais três pontos, como tem sido comum contra as outras equipes paulistas.


Mais uma rodada na liderança do Campeonato Brasileiro e, aos poucos, jogamos fora o estigma de equipe do 1x0. Você que ainda subestima o Corinthiansde Carille, tome cuidado! Depois não diga que não lhe avisei.


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