Messi: o melhor do mundo não poderia ficar fora da Copa

O futebol às vezes faz mágica. O futebol não poderia deixar o melhor jogador do mundo de fora de sua maior festa. O milagre do Santo Messi desta vez foi visto a olho nu e com direito a replay. Desta vez, até quem não entende de bola se rendeu. Ninguém mais pode negar, nem o pior dos incrédulos. Quem lutava para não enxergar, agora acredita no poder deste ser único, este ser que agora, mais do que nunca, é o orgulho de uma nação.


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O herói do povo argentino


Com o país nas costas, com uma pressão gigantesca por parte da imprensa e do submundo dos oportunistas da bola, ele fez novamente o que sempre faz no Barcelona e na própria seleção. Mesmo com gente torcendo contra e com centenas de piadas na agulha prontas para massacrá-lo, nada pode com o dom de Lionel Messi.

A história de um jogo dramático nas alturas de Quito não poderia ser mais aterrorizante, mas ficou pior com o gol dos equatorianos com um minuto de jogo. Depressão? Desânimo? Bola queimando no pé? Nada disso. O camisa 10 não se desesperou e continuou sendo o gênio de sempre, aquele argentino e craque a sua maneira, dono do time, líder técnico, capitão e absoluto responsável por carregar sua equipe com vida até esta última rodada. Messi simplesmente marcou 3 golaços. 3 gols que dos seus pés parecem fáceis, mas gols que nenhum outro fez e nem pode fazer. Gols que só ele faz.

La Pulga terminou as eliminatórias com 7 tentos, um a mais que Neymar, por exemplo. 7 gols em apenas 10 partidas. A Argentina não precisou da ajuda de nenhum outro resultado. Com Messi, foram 21 pontos conquistados; sem ele, apenas 7. Indiscutível também com a camisa de seu país.


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1, 2, 3 vezes Lionel Messi


Messi curou os cegos de bola com o remédio mais eficaz: um hat-trick fora de casa.

Decisivo, melhor em campo, goleador, cérebro, camisa 10, dono do time, dono da bola, dono do futebol e dono do mundo. Sim, a seleção argentina é um bando e mais Lionel. O inacreditável salvador, que já carregou sua pátria a três finais consecutivas, agora carrega até o seu perdido treinador nas costas para a Copa da Rússia 2018. 

Hoje, o futebol ganhou sobrevida, o futebol garantiu mais páginas inesquecíveis para sua história, o futebol agradece. 

O que seria do futebol sem Pelé ou sem Lionel Messi?

Obrigado, ídolo, a Copa do Mundo não seria nada sem você.

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