Avaí: 3 pontos e uma goleada por 1 a 0

Amanheceu chovendo e logo lembrei das últimas duas partidas: chuva e derrota.

Apesar do receio, quando a bola rolou pude ver outro time em campo. Únicas alterações iniciais eram Diego Tavares na lateral-direita, no lugar do Leandro Silva, e Juan na meia esquerda, em vez de Denilson.

O Sport, apesar de ser muito ofensivo, não colocou medo, não. Finalizou cinco vezes, mas assustou apenas em um lance. Parecia que a sorte estava do nosso lado, mas prefiro não contar com ela. Prefiro dizer que a entrada de Juan desafogou o meio do campo, que antes era dependente de Marquinhos.


Eduardo Valente/Gazeta Press
Eduardo Valente/Gazeta Press

Diego Souza: tá aí um cara que não jogou nada. Bom pra nós.


Os lados do campo sempre foram os fortes do Avaí, que naturalmente tem postura mais defensiva como filosofia de jogo. Diego Tavares jogou mais recuado e Capa, do outro lado, saiu para o jogo. Aliás, jogou muito. Foi dos pés dele que saiu a jogada do gol do Rômulo.

Sport chegou badalado com o Luxemburgo no banco e cartoleiros em todo canto apostando na vitória do “pofexô”. Ele decidiu sair na chuva nos minutos finais do primeiro tempo. Pareceu bastante tranquilo com a derrota. No segundo tempo, o Sport todo pareceu aceitar a derrota e não ameaçou. Eles até que são bons, mas nossa defesa os superou com certa tranquilidade.

Sempre critiquei o Avaí por finalizar pouco, mas hoje chegamos a um número quase decente. 8 finalizações nossas contra 12 deles. Novamente, tivemos menos posse, mas isso não preocupa já que o segundo tempo foi todo na defesa, de olho no relógio para comemorar o apito final. O jogo foi bastante difícil para o juizão. Ele abaixou o critério e distribuiu quatro cartões amarelos para cada lado.

Não quero goleada. Vamos de 1 a 0 até quando der. Jogando bem assim, os resultados vão sendo construídos aos poucos. Vamos celebrar essa vitória enquanto podemos, caro torcedor. Nosso foco está em pontuar, com ou sem show.

Ainda faltam 41 pontos e 34 jogos.