De Rei a Fred, de Éder a Luan: o Galo honra o passado

Com o punho cerrado guardado no bolso, Reinaldo se posiciona na grande área. Mário de Castro, sempre atento, dá um lançamento que faz o Rei preparar um voleio, depois do domínio de peito. Sempre grato, o Rei se curva como um súdito e limpa as chuteiras de quem lhe deu a assistência.


Ainda na mesma partida, Ronaldinho toca para a corrida de Éder Aleixo, que tira o goleiro adversário e o poupa. Dessa vez, a "bomba de Vespasiano" prefere rolar a bola, mesmo sem ângulo, para a alegria da torcida que grita o seu nome.


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Bruno Cantini/Divulgação CAM
Bruno Cantini/Divulgação CAM

Éder Aleixo, um maluco que honra nosso escudo


O sonho do Atleticano de ver seus ídolos em campo se realizou nesse domingo, contra a URT. O motivo não poderia ser menos nobre. Para comemorar seu aniversário, o Galo utilizou o nome de seus jogadores eternos, encarnando a alma dos que honraram o nome de Minas com a camisa alvinegra. E eles honraram, se preparando para o clássico e mantendo a hegemonia do clube no campeonato estadual.


Roger, encarnando Telê Santana, viu seu time ter a paciência necessária mesmo com o juiz dificultando uma partida - como manda a regra dos times do interior - fechada. Aos poucos, o treinador vai vendo sua equipe ganhando um padrão, mostrando a qualidade que já lhe é esperada.


Na ponte passado e futuro, o Galo honra suas cores e se prepara para o clássico do próximo sábado. No dia 1º de abril, Reinaldo e Éder Aleixo estarão novamente em campo e farão a alegria daqueles que, na arquibancada, nunca esquecem das glórias do passado e comemoram as conquistas de um presente cada vez mais feliz.


Thomas Santos / Gazeta Press
Thomas Santos / Gazeta Press

Rei, Rei, Rei: o Fred é nosso rei (quem é Pratto mesmo?)