Wenger achou a formação, e time ideal tem que sofrer apenas uma alteração

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Volta de Mustafi (acima) e Koscielny acertam o sistema defensivo


Que bater o Bournemouth em casa não é um grande feito, todos sabemos. Mas algumas coisas dessa partida podem servir de lição para a sequência da temporada. A principal delas diz respeito à escalação: Arsene Wenger não fez grandes besteiras e assim o time rendeu.


Adaptado ao 3-4-3, o Arsenal tem na escalação que entrou em campo no sábado (Cech, Koscielny, Mustafi e Monreal; Bellerin, Xhaka, Ramsey e Kolasinac; Ozil, Welbeck e Lacazette) a equipe ideal.


Uma alteração apenas deve ser feita: Alexis Sánchez no lugar de Welbeck, destaque da partida de sábado com dois gols. O inglês, contudo, é atrapalhado, não tem técnica e deve ser apenas uma opção no banco de reservas.


No mais, sem invenções. Holding ainda precisa amadurecer e Giroud é uma boa opção para a fase final das partidas, especialmente se o time estiver atrás do placar e precisar pressionar e jogar bolas na área, especialidade do francês. Iwobi, jovem de grande potencial, também pode ser mais bem aproveitado.


Chambers, Coquelin, Elneny e Walcott, nem pensar. Invenções sem sentido, como Bellerin na lateral-esquerda, também podem acabar.


O time é esse, não tem segredo. Agora é torcer para que essa escalação seja repetida e o time comece a ganhar corpo. Isso se a sina de lesões e nosso treinador ultrapassado deixarem.